Uma criação tecnológica capaz de vigiar o país mais poderoso do planeta por meios que podem controlar a vida de qualquer cidadão. Este super cyberterrorismo já existe pelo menos no cinema. Conhecido como Eagle Eye (nome original do filme), a máquina de Controle Absoluto (nome em português) consegue rastrear e reconhecer qualquer pessoa através de câmeras, imagens, celulares ou escutar vozes até por vibrações em uma xícara de café. É o cúmulo tecnológico perceber que tantas câmeras de vigilância, celulares e computadores podem na verdade atuar contra seus objetivos principais: dar mais segurança à população.
A idéia deste filme, com Shia Lebouf, de Transformers, é parecida com Duro de Matar 4.0, com Bruce Willis. Neste, um bom hacker e ex-criador do sistema mostra-se capaz de acessar bancos de dados de qualquer tipo de informação, até da CIA, conseguindo alterar o fornecimento de energia elétrica, controle de tráfego, etc, causando o caos. Em Controle Absoluto, o caos é mais discreto. Afeta apenas os atores principais. Nem por isso deixa de ser interessante, já que questiona-se a possibilidade de tanta tecnologia ser realmente possível de voltar-se contra o bem das populações.
O assunto não poderia ser mais atual e deveria ser melhor explorado ao longo dos próximos filmes de ação hollywoodianos. Novos produtos tecnológicos surgem a cada dia, portanto, não faltarão idéias à medida que ações como grampos telefônicos e câmeras tipo Big Brother tornam-se populares e discutidos como meios de controle que visam a segurança nacional.
*Foto: Imdb.com
Enquanto aguardam ansiosos pelo debate de amanhã entre John McCain e Barack Obama - e se o candidato republicano irá realmente aparecer - Palin se embananava toda quando questionada sobre seu conhecimento em política internacional e a relação Alaska (estado do qual foi governadora) e Rússia. Hã?? Pois é, a candidata achou uma conexão maluca, na qual dizia que a Rússia e o Alaska estavam muito próximos e, portanto, ela considerava-se experiente no quesito outras-nações-além-do-umbigo-dos-Estados-Unidos. Isso vindo de quem tirou seu primeiro passaporte no ano passado para visitar soldados no Kwuait.
