...no começo era bem mais empolgada pra escrever aqui, mas é que sempre que achamos que vai sobrar tempo pra escrever algo acabamos arrumando outra coisa para fazer em paralelo ao resto que acaba tomando todo o tempo livre.Estou há cinco meses pra terminar de ler o último Harry Potter. E o pior é que não é nem pena de ler tudo e saber que aquele mundo acabou pra sempre, é total falta de tempo. Aí à noite quando penso: "ok, hora de ler!", leio uma página e caio no sono de tão cansada.
Enquanto isso outros livros vão se empilhando na prateleira, aquele bombástico da princesa Diana que saiu no ano passado (que promete contar um lado dela que ninguém imaginava que existia - sim, depois digo se é isso mesmo), dois da Meg Cabot (que eu AMO), aquele do cachorrinho Marley (estou na metade) e vários outros que já nem me lembro o nome...
Falando em cachorro, nesse meio tempo ganhei um filhotinho que demanda 90% da minha atenção quando estou em casa. Nem banho ela me deixa tomar quase, fica deitada na porta do box até que eu saio e ainda tenta lamber meus pés molhados.
Estou com uma idéia que acho que rende um post bem legal, mas não quero escrever na pressa, não posso desperdiçar o tema.Bom, hora de parar.
Assim que terminar o Harry - espero que isso aconteça no fim de semana, afinal faltam só 50 páginas - comento aqui.
Beijocas!
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Eu sei, eu sei...
terça-feira, 25 de março de 2008
Tradução
A pedidos, publico a carta do specialist Gomes, traduzida.
"R+R 2007
Hey baby. Se você está lendo isso, então alguma coisa aconteceu comigo e me desculpe. Eu prometi a você que voltaria, mas acho que não pude cumprir a promessa. Você sabe que eu não acredito em escrever "cartas de morte". Eu sabia que se deixasse uma aos meus pais eu os espantaria.
Então, eu conheci você. Estávamos predestinados a isso, querida. Eu precisava de alguém que me fizesse sorrir, alguém que fosse uma antiga romântica, como eu. Eu estava passando por um momento difícil no Iraque e estava começando a duvidar de meu estado mental. Então, um dia após uma patrulha, eu acesso meu Facebook e lá estava você...
Não consigo parar de chorar enquanto escrevo esta carta, mas preciso falar com você uma última vez, porque talvez a última vez que ouvi sua voz eu não sabia que seria a última vez...Eu te amo. Seja feliz, crie uma família. Ensine seus filhos o certo e o errado, e tenha fé, querida. Eu acho que sabia que te amava antes mesmo de conhecê-la. Eu te amo, Katy. * Beijo * Adeus."
segunda-feira, 24 de março de 2008
Love notes amidst the war
Estava lendo uma reportagem no site do New York Times sobre soldados, tenentes e coronéis, todos jovens, que morreram no Iraque e, enquanto lutavam naquele país, escreveram em diários, blogs e cartas a famílias, namoradas e esposas. Dei-me a liberdade de copiar uma delas, postada no site do jornal americano, que mais me sensibilizou. Afinal, é perceptível a agonia deles perante a vontade de lutar no Iraque e voltar para casa. Nem preciso dizer que esta guerra é uma grande estupidez, a qual já matou mais de quatro mil militares americanos e incontáveis civis e soldados iraquianos.
O texto está em inglês e não foi editado.
R+R 2007
Hey baby. If you’re reading this, then something has happen to me and I am sorry. I promised you I would come back to you, but I guess it was a promise I could not keep. You know I never believe in writing “death letters.”
I knew if I left one for my folks it would scare them. Then I met you. We were supposed to meet, darling. I needed someone to make me smile, someone that was an old romantic like I was. I was going through a very rough time in Iraq and I was startin to doubt my mental state. Then one day after a patrol, I go to my facebook and there you were...
I can’t stop crying while I writing this letter, but I have to talk to you one last time, because maybe the last time I heard your voice I did not know it would be the last time I heard your voice....
I Love You. Go be happy, go raise a family. Teach your kids right from wrong, and have faith, darling. I think I knew I loved you even before I met. I love you, Katy. * Kiss * GoodbyeO specialist Daniel E. Gomes, de 21 anos, morreu no dia 18 de julho 2007, em Adhamiya, dois meses após uma visita a sua família na Geórgia, EUA. A carta foi entregue a sua namorada pouco antes de partir. Ele pediu para que ela lesse apenas se algo acontecesse a ele. Gomes morreu após uma bomba atingir o veículo em que ele estava. A explosão matou outros três soldados.
*Foto: Gomes e sua mãe.
Fonte: NYTimes.com
terça-feira, 18 de março de 2008
E se dizem 'universitários'...
Segunda: que tipo de profissionais serão se não possuem boa índole e caráter admirável?
E a terceira: o que esperar de uma sociedade que não sabe e não consegue punir àqueles que agem ao contrário do que defendem ‘eticamente’?
O único consolo que pude dar à minha mãe é que não existem mais pessoas honestas e confiáveis no mundo, exceto os filhos que ela criou. Raiva e indignação são as palavras do dia. Que ódio.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Homem perfeito??
Este colega perguntou-me o que seria um homem perfeito? Oras, homens perfeitos não existem, assim como, não existem as mulheres perfeitas. Uma relação funciona, portanto, quando ambos aprendem a respeitar e a entender um ao outro com seus problemas, fissuras, neuras, gostos, etc. Mas eu sou uma solteirona, o que eu sei de um longo relacionamento? Nada. Nunca tive um que durou mais de um ano e já errei demais. Demais mesmo. Mas aprendi ao escutar os outros e seus problemas e, principalmente, ao escutar minha mãe. Ela sabe tudo.
Sei que cada relação é um novo aprendizado, pois, apesar de os homens serem todos iguais, a maneira com a qual deveremos lidar com eles será diferente.
Bom, a inspiração hoje é pouca, mas fica registrado aqui que as mulheres são especiais por natureza devido a motivos já conhecidos e cabe aos homens respeitar sempre a posição da mulher em um relacionamento ao tratá-la bem, respeitá-la e conversar, conversar sempre. Comunicação é essencial para que dê certo. Paciência também. Enfim, coisas que todos já sabem, mas nem sempre fazem questão de botar em prática.
Ah, e se ela colocar seios novos, repare, elogie, mas não fique encarando. =)
E viva as mulheres!!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Projeto Pequim
Minhas principais provas eram salto (altura e distância) e corrida. Gosto de correr desde sempre e minhas provas preferidas eram as de velocidade, 100 e 200 metros, apesar de que meu treinador achava que meu tipo físico combinava mais com “corridas de fundo”, aquelas de duram horas................
Depois que terminei e me mudei pra fazer cursinho e faculdade parei com tudo e, no início de 2004, inventei o Projeto Pequim. Estava louca de vontade de voltar a correr, então queria treinar pras Olimpíadas na China. hahaha Acordava cedo de manhã, ia pra pista de atletismo da UFSC (morava ali perto na época), treinava, voltava pra casa e ainda dava tempo de tomar banho e chegar pra aula das 10h. Mas não durou muito... não senti firmeza no técnico e não há empenho que agüente muito tempo treinando sozinha. Uma amiga da faculdade até tinha se candidatado a ir comigo como assessora, mas teve que ficar pra outra ocasião...
Continuo gostando de correr, mas só por hobby E OLHA LÁ!!!
Já que o Projeto Pequim não vingou, minha próxima empreitada é o Projeto Pequim – O Retorno. Porque talvez eu não vá como atleta, mas quem sabe um dia viro correspondente internacional?? Então hoje me matriculei na aula de Chinês – SIM, vou estudar mandarim. Eu não, NÓS, porque sem a Ana minha parceira de night/cinema/balada/viagens/msn/E BLOG não ia ter graça... Então lá vamos nós, firmes e fortes!!!
terça-feira, 4 de março de 2008
Eu, minhas bonecas e a Barbie de verdade...
Nossa como brinquei de Barbie quando era pequena. Lembro da minha mãe costurando roupinhas de italiana pras minhas bonecas, com direito a saia rodada, enfeites e tudo o mais. Claro, ela não fazia só pra mim, fazia pras minhas amigas também e lembro de ter uns ataques de ciúmes achando as das minhas amigas mais bonitas!!! Hehe
Eu nunca tive o Ken – eu acho – mas em compensação tinha a casa da Barbie e minha vizinha levava os acessórios dela pra gente brincar. Nunca vou esquecer que ela tinha um conjunto de abajures que funcionavam à pilha. Nós colocávamos no quarto da Barbie e a maior diversão era poder apagar as luzes e continuar brincando!
Esses dias vendi a casinha. Nem olhei ela antes de embrulhar porque tenho certeza que não teria tido coragem. Claro que deve fazer uns 15 anos que eu nem mexia nela, mas sempre dá pena... qualquer dia quero ver que fim deram as bonecas. Devem estar em casa, em alguma caixa!
Falando nisso, pelo que eu lembro minhas Barbies não dobravam as pernas nem os braços e o que li no release da exposição diz que elas mexiam. Estranho, né?!
Aproveito o post para falar de Cindy Jackson, uma americana de Ohio que fez mais de 16 cirurgias plásticas para ficar parecida com a Barbie. E não é que ficou mesmo?? Também pudera... Hoje ela tem até site oficial, já foi capa de revista e tudo!!
Mas ta doido, é MUITA vontade... sem noção!!!
